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Thursday, 03 March 2022 04:01

Marketing Jurídico: o que é e como funciona?

O escritório físico é um ponto de referência relevante para os clientes encontrarem seus advogados, mas agora o ambiente digital e o marketing jurídico oferecem oportunidades para que os profissionais de advocacia possam ser encontrados em diferentes mídias, facilitando -também - que as pessoas encontrem profissionais e informações legais com qualidade.

Assim, as estratégias de marketing jurídico podem ajudar o profissional e, consequentemente, o escritório a se consolidar como uma autoridade na área do direito em que atua, tendo relevância no mercado e atraindo mais clientes, ou mesmo na sua região, otimizando os atendimentos e conquistando novos clientes.

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Mostramos aqui quais os Direitos que empregado não registrado está perdendo e quais suas alternativas para recuperá-los. Será que ele tem como cobrar o dinheiro que não recebeu? Quanto tempo tem para reagir? Quais direitos seriam estes e o que isto significa em valores? 

O trabalho sem registro é algo muito comum no Brasil, algo que é extremamente prejudicial para os dois lados da equação: nega ao Empregado uma série de Direitos importantes e coloca o Empregador em situação de vulnerabilidade à multas e punições.

Pelo ponto de vista da empresa, isso é um mal negócio. Empregar um trabalhado e não registrá-lo é uma infração que, de cara, pode gerar ao patrão uma punição de R$ 3.000,00 (três mil reais) por empregado não registrado, e que é dobrada em caso de reincidência. É verdade que esse valor é menor para microempresas e empresas de pequeno porte, mas a punição - que é de R$ 800,00 (oitocentos reais) por empregado - não é irrelevante, principalmente se terá que arcar com a conta dos direitos não pagos depois. 

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startup 4O que é Startup? Resposta curta seria um animal que não tem cacoete de empresa tradicional. Mas a diferença não passa só pela análise de seu DNA jurídico, mas pelo seu comportamento perante o mercado em que atua: para ter alguma possibilidade de êxito, não basta ter um estilo de vida casual e descolado. A Startup é, antes de tudo, um modelo de negócios que, por missão principal, busca chacoalhar a estrutura do nicho em que atua.

O que muito empreendedor deixa de perceber é que essa característica bombástica causa impactos profundos também em seu lado B - a faceta legal do empreendimento. Estrutura, contratos e relações entre seus membros podem até parecer com a de empresas tradicionais, mas o objetivo do empreendimento o torna diferente em essência - e suas interações devem assumir uma roupagem jurídica que reflita essa realidade. Ignorar (ou, pior, negligenciar) esse fato é cometer suicídio comercial ainda no ninho. Como advogado especialista em Startups, o foco é transformar sua ideia em um projeto jurídico sólido e navegar de forma segura no ecossistema de seu nicho específico. Vamos ver o que isso quer dizer na prática.

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